O CONSUMO DE ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS NA INFÂNCIA

  • Jéssica Gabriele Fonseca Faculdade Ciências da Vida
  • Maria Góes Drumond Faculdade Ciências da Vida

Resumo

A infância é o momento onde os costumes e o, caráter estão sendo lapidados, entre essa formação encontra-se também os hábitos alimentares que, como demais aspectos da vida de uma criança merece total atenção, é nesse estágio da vida que se tem oportunidade de educar a criança, levando-a criar hábitos saudáveis, evitando doenças crônicas não transmissíveis (DCNT) no futuro.
O objetivo desse trabalho é avaliar o consumo de alimentos industrializados na merenda escolar dos alunos de uma escola particular da cidade de Capim Branco – MG. Realizou-se uma pesquisa de campo e o consumo de alimentos industrializados de 45 alunos foi avaliado através de um questionário de frequência alimentar (QFA) realizado pelos professores regentes das turmas no período de março a abril de 2017. Depois foi feita uma intervenção com os familiares, através de dinâmicas evidenciando o teor nutricional dos alimentos industrializados presentes na alimentação daquelas crianças. Pode-se observar que todas as crianças estudadas possuem consumo frequente de alimentos industrializados na sua rotina escolar. Os pais justificaram essa conduta alegando que os alimentos presentes na merenda dos filhos são práticos e saudáveis. As intervenções elaboradas trouxeram grande impacto na comunidade escolar e foi proposto, como estratégia de intervenção, uma lista de substituição com novas sugestões de lanches práticos e saudáveis, a fim de atuar como prevenção das DCNT e melhorar a qualidade de vida das crianças.
 
PALAVRAS-CHAVE: Alimentação escolar. Alimentos industrializados. Educação nutricional.
Publicado
2018-04-27
Como Citar
FONSECA, Jéssica Gabriele; DRUMOND, Maria Góes. O CONSUMO DE ALIMENTOS INDUSTRIALIZADOS NA INFÂNCIA. Revista Brasileira de Ciências da Vida, [S.l.], v. 6, n. Especial, abr. 2018. ISSN 2525-359X. Disponível em: <http://jornal.faculdadecienciasdavida.com.br/index.php/RBCV/article/view/768>. Acesso em: 22 jun. 2018.

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