Perfil do uso indiscriminado de medicamentos na cidade de Cordisburgo – MG

  • Jeane Da Conceição Silva Barbosa Faculdade Ciências da Vida
  • Fernanda Amaral Resende Faculdade Ciências da Vida

Resumo

O uso indiscriminado de medicamentos pode colocar em risco a saúde de boa parte da população. Em média 72% dos brasileiros se medicam por conta própria, essa estatística faz com o que o Brasil seja um recordista mundial em automedicação. Além do uso inadequado dos medicamentos, muitos aumentam as dosagens para obter alívio mais acelerado, prejudicando a saúde e o próprio bem-estar.  Tendo em vista todos os elementos mencionados, o presente artigo é norteado pelo seguinte questionamento: Qual a prevalência da automedicação entre indivíduos residentes no município de Cordisburgo – MG? O objetivo da pesquisa é traçar o perfil do uso indiscriminado de medicamentos em um grupo de adultos da cidade de Cordisburgo – MG. O estudo foi realizado através de uma entrevista individual com 50 moradores da cidade de Cordisburgo/MG. Os mesmos responderam um questionário semi estruturado (questões abertas e fechadas) sobre ao uso dos medicamentos sem prescrição médica (tipo de medicamento, frequência de utilização, instrução para uso e reações adversas devido ao uso desses fármacos). Os resultados demonstraram que 100% dos entrevistados possuem o hábito de se automedicarem e 70% desses interromperam o uso após o desaparecimento dos sintomas, podendo fazer com o que o organismo crie uma resistência medicamentosa. Em relação aos medicamentos mais utilizados, os analgésicos, anti-inflamatórios lideraram a pesquisa. Práticas de fiscalização e orientação por parte dos farmacêuticos são ações importantes para conscientizar a população sobre os riscos que a automedicação traz a saúde.
Publicado
2018-04-05
Como Citar
BARBOSA, Jeane Da Conceição Silva; RESENDE, Fernanda Amaral. Perfil do uso indiscriminado de medicamentos na cidade de Cordisburgo – MG. Revista Brasileira de Ciências da Vida, [S.l.], v. 6, n. 3, abr. 2018. ISSN 2525-359X. Disponível em: <http://jornal.faculdadecienciasdavida.com.br/index.php/RBCV/article/view/610>. Acesso em: 19 out. 2018.

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