Representação social do exame citopatológico do colo uterino em gestantes

  • Nayara Regina Xavier Silva Martins Faculdade Ciências da Vida
  • Milene Silva Rodrigues

Resumo

Contextualização do tema: A representação social visa a compreensão da sociedade em relação ao indivíduo, através de pensamentos e saberes, na qual as informações são criadas a partir do convívio social individual ou coletivo. Objetivo: Conhecer a representação social do exame citopatológico do colo uterino em gestante, por enfermeiros e gestantes. Materiais e Métodos: Estudo descritivo exploratório, de abordagem qualitativa realizada em uma cidade no interior de Minas Gerais que teve como participantes gestantes e enfermeiros. A coleta de dados foi realizada entre julho e agosto de 2017. Os enfermeiros e gestantes responderam a uma entrevista semiestruturada sobre o seu perfil, seguida de perguntas sobre a representação social do exame citopatológico na gestação. Os dados obtidos foram analisados seguindo o método de Análise Temática de Conteúdo segundo Laurence Bardin. Resultados: Através desta pesquisa, foi identificada a falta de conhecimento e existência de crenças das gestantes quanto ao exame citopatológico, sendo esses fatores relacionados ao meio em que vivem e ao baixo nível educativo e socioeconômico. Os enfermeiros destacaram a importância da capacitação e atualização quanto aos procedimentos do exame, contribuindo para socializar saberes, melhorar o atendimento ao usuário de saúde e gerar técnicas mais seguras e padronizadas. Conclusão: Há necessidade de englobar as representações sociais na enfermagem e conhecer mais sobre o rastreamento do exame citopatológico nas gestantes, com o intuito de promover um atendimento humanizado, seguro e tranquilo, com a atuação de profissionais qualificados no cuidado com o outro.
Publicado
2018-04-05
Como Citar
MARTINS, Nayara Regina Xavier Silva; RODRIGUES, Milene Silva. Representação social do exame citopatológico do colo uterino em gestantes. Revista Brasileira de Ciências da Vida, [S.l.], v. 6, n. 3, abr. 2018. ISSN 2525-359X. Disponível em: <http://jornal.faculdadecienciasdavida.com.br/index.php/RBCV/article/view/578>. Acesso em: 22 jul. 2018.

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