PERFIL DA MORTALIDADE POR CÂNCER DE MAMA EM SETE LAGOAS – MG NO PERÍODO DE 2011 - 2015

  • Tássio Trindade Mazala Faculdade Ciências da Vida

Resumo

O câncer de mama é o mais comum entre as mulheres no Brasil e no mundo, assim como o câncer de pele não melanoma, que apesar de não ser o mais incidente, apresenta um número crescente de casos e elevada taxa de mortalidade. Caracterizado pela proliferação anormal das células (mutação no DNA), com propriedades metastáticas ou não, apresentando múltiplos fatores para a sua ocorrência, dentre eles: genéticos, ambientais e endócrinos. Pode acometer também o sexo masculino, porém em uma menor proporção (menos de 1% dos casos). Os primeiros sinais incluem alterações da mama, como presença de nódulos, edema e secreções atípicas. O diagnóstico pode ser considerado simples, apresentando um custo relativamente baixo. O atual trabalho consistiu em descrever a incidência de óbitos por câncer de mama, em mulheres no município de Sete Lagoas – MG, no período de 2011 a 2015. Os dados foram obtidos através do Atlas On-line de Mortalidade do INCA (Instituto Nacional do Câncer), onde foi possível verificar um aumento gradual no registro de óbitos entre os anos de 2011 a 2014 (20). No ano de 2015, (15) notou-se uma queda neste número, sugerindo que as diversas ações em saúde (promoção, prevenção, recuperação), assim como acessibilidade ao tratamento, foram intensificadas. Apesar desses resultados de diminuição de mortalidade, vale ressaltar que o câncer de mama ainda representa um importante agravo a saúde pública, responsável pelo óbito de milhares de mulheres mundialmente, podendo ser evitado a partir do diagnóstico precoce, mudanças no estilo de vida e investimento em recursos para o tratamento, sendo necessárias políticas públicas eficazes, assim como, maior destinação de recursos para a saúde e para programas de prevenção ao câncer de mama.
Publicado
2019-04-17
Como Citar
MAZALA, Tássio Trindade. PERFIL DA MORTALIDADE POR CÂNCER DE MAMA EM SETE LAGOAS – MG NO PERÍODO DE 2011 - 2015. Revista Brasileira de Ciências da Vida, [S.l.], v. 7, n. Especial, p. 38-42, abr. 2019. ISSN 2525-359X. Disponível em: <http://jornal.faculdadecienciasdavida.com.br/index.php/RBCV/article/view/1169>. Acesso em: 22 jul. 2019.

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